Tanto tempo longe de você
Quero ao menos lhe falar
A distância não vai impedir
Meu amor de lhe encontrar
Cartas já não adiantam mais
Quero ouvir a sua voz
Vou telefonar dizendo
Que eu estou quase morrendo
De saudades de você
Eu não sei por quanto tempo eu
Tenho ainda que esperar
Quantas vezes eu até chorei
Pois não pude suportar
Para mim não adianta
Tanta coisa sem você
E então me desespero
Por favor meu bem eu quero
Sem demora lhe falar
Eu te amo, eu te amo, eu te amo
Mas o dia que eu puder lhe encontrar
Eu quero contar
O quanto sofri por todo esse tempo
Que eu quis lhe falar
Eu te amo...
Para el Marinho
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
Santa Cruz Del La Sierra
Estou na Bolivia desde o dia 29 de Dezembro e hoje que consegui sair de Santa Cruz. Conselho: nunca queira viajar na Bolivia no feriado, ate dois dias antes e ate dois dias depois. ¡No hay passajen! Passamos o fim de ano em santa cruz e por sorte encontramos uns brasileiros por aqui, bebemos e cantamos na praca central da cidade que e o melhor lugar para ir em Santa Cruz Del La Sierra. Aqui e como Sao Paulo, uma cidade muito grande com muita desigualdade social. Aqui empera a buguersia, em uma rua que se chama Monte Señor Rivero vimos varias limosines, e muito luxo. E bem nitido, os ricos sao brancos e os pobres sao os indigenas. Muito flanelinha, marretero, pedinte, criancas indigenas dancando para gringo em troca de trocados - muito triste. Os indigenas sao tratados como animais e tudo e feito para se diferenciar deles. Em um pais que o salario minimo e por volta de 600 bolivianos ( equivalente a pouco menos de 200 reais) vimos vinho do cardapio de mais de 2000 bolivianos. Passamos o ano novo ma praca por que no centro se pagava muito caro para ficar nos estabelecimentos. Muitos lugares tinha que se pagar por volta de 90 dolares para sentar na mesa do bar. Porem ficamos hospedadas por uns 10 reais a diaria perto da rodoviaria, mas la e um lugar bem perigoso longe do centro e bem mais barato. la vive a parte pobre de Santa Cruz, os indigenas. e muito nitida a diferenca das duas partes da cidade. Comemos Pollo con Papas fritas ( frango com batatas fritas, acompanhado de arroz) por 10 bolivianos, refresco por 3 bolivianos na regiao perto do terminal e tomamos Cerveza Corona, e Muita Paceña,todas garrafinhas pequenas(cerveja premiada mundialmente tipica de La Paz) na Monte Señoir Rivero por 10 a 15 bolivianos cada. Mas também frequentamos os risca-facas daqui ( claro ñ sozinha, fizemos amizade com um brasileiro aqui e um narivo local que nos acompanhavam) e bebemos muita paceña de 600 ml por 10 bolivianos. Comemos Sonso ( pure de mandioca com queijo qualho, uma delicia), Empanadas de carne e presunto com queijo (tipo uma fogassa), Salteña ( uma empanada doce com recheio de frango ou carne com um molho agridoce, cafe da manha tipico)e muito Pollo con papas!! Come-se muito frango aqui, e impressionante.
Existem muitos perigos na Bolivia, mas isso merece um post exclusivo, colocarei em breve!
Atencao: nao estou acentuando os posts porque ñ estou habituada com o teclado.
Hasta luego!!
Besos
Existem muitos perigos na Bolivia, mas isso merece um post exclusivo, colocarei em breve!
Atencao: nao estou acentuando os posts porque ñ estou habituada com o teclado.
Hasta luego!!
Besos
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Na Bolivia
Hola amigos!!!
Primeiramente quero explicar que ñ vou acentuar as palavras porque ñ consigo escrever direito no teclado na bolivia.
A primeira impressao que tive quando cheguei a aqui foi a que é na realidade, malandragem,
Logo na fronteira o cara da imigracao estorquio de Alessandra e eu R$10,00 ( mais de 30,00 bolivianos) para carimbar nosso passaporte. A justificativa? Porque estava fechado e eles estavam trabalhando alem do horario. Quando chegamos em Quijarro na Ferroviária Oriental para comprar nossas passagens descobrimos que muitos outros mochileioros tinham sido lesados do mesmo jeito.
A compra da passagem foi tao desgastante quanto, chegamos 8h da manha para comprar passagem, sendo que a bilheteria abre as 9h, e ja tinha uma fila gigantesca. Ficamos la ate as 13h e o mais foda e que na fica de idosos muitos cambistas compravam mais de dez passagens de uma vez para vender mais caro. Resultado ñ conseguimos passagem e dormimos em Quijaro num alojamento bem zuado por R$ 7,50 por pessoa.
Continua...
Primeiramente quero explicar que ñ vou acentuar as palavras porque ñ consigo escrever direito no teclado na bolivia.
A primeira impressao que tive quando cheguei a aqui foi a que é na realidade, malandragem,
Logo na fronteira o cara da imigracao estorquio de Alessandra e eu R$10,00 ( mais de 30,00 bolivianos) para carimbar nosso passaporte. A justificativa? Porque estava fechado e eles estavam trabalhando alem do horario. Quando chegamos em Quijarro na Ferroviária Oriental para comprar nossas passagens descobrimos que muitos outros mochileioros tinham sido lesados do mesmo jeito.
A compra da passagem foi tao desgastante quanto, chegamos 8h da manha para comprar passagem, sendo que a bilheteria abre as 9h, e ja tinha uma fila gigantesca. Ficamos la ate as 13h e o mais foda e que na fica de idosos muitos cambistas compravam mais de dez passagens de uma vez para vender mais caro. Resultado ñ conseguimos passagem e dormimos em Quijaro num alojamento bem zuado por R$ 7,50 por pessoa.
Continua...
sábado, 26 de dezembro de 2009
Corumbá!! Primeiro dia 24/12
Chegamos no albergue e logos fomos procurar o que comer, comemos num posto de gasolina igual umas mortas de fome, e depois finalmente tomamos banho ( não tomávamos desde o dia 22 quando saímos de SP). Logo achamos um buteco muito gostoso do lado do albergue e tomamos uma breja ( uma porque a breja era 4 reais...)
A tarde fomos no museu da cidade que mostrava a história do pantanal e no porto do rio Paraguai que é lindo!!! No porto conhecemos o Zé Leoncio, um dono de barco que faz passeio pelo rio para turistas. Uma coisa interessante é que ele inspirou o personagem Zé Leoncio da novela Pantanal e o barco dele aparece na abartura da novela. Ele nos contou peculiaridades sobre o pantanal, conversamos horas com ele, e ele nos ensinou a tirar siriguela do pé...rs
Depois fomos embora com vontade de conhecer melhor o pantanal.
Era vespera de Natal, data que sempre me deixa meio drepê, até porque eu não comemoro a data e não tem bar aberto...
Então Alê e eu fomos no mercado e fizemos um ceia de berinjela ( minha especialidade berinjela ao forno ,e macarrão com berinjela e bacon especialidade da Alê). Ceiamos com o funcionario do albergue, o Cleidison, e o Pen um australiano hospedado que chama a namorada dele de marido pq não sabe falar português... demos muita risada com ele, principalmente quando a Alê tentava explicar pra ele que deus era brasileiro enquanto eu fazia intermediação com meu inglês magnífico...rs
Abrimos uma Cereser e fomos dormir....
A tarde fomos no museu da cidade que mostrava a história do pantanal e no porto do rio Paraguai que é lindo!!! No porto conhecemos o Zé Leoncio, um dono de barco que faz passeio pelo rio para turistas. Uma coisa interessante é que ele inspirou o personagem Zé Leoncio da novela Pantanal e o barco dele aparece na abartura da novela. Ele nos contou peculiaridades sobre o pantanal, conversamos horas com ele, e ele nos ensinou a tirar siriguela do pé...rs
Depois fomos embora com vontade de conhecer melhor o pantanal.
Era vespera de Natal, data que sempre me deixa meio drepê, até porque eu não comemoro a data e não tem bar aberto...
Então Alê e eu fomos no mercado e fizemos um ceia de berinjela ( minha especialidade berinjela ao forno ,e macarrão com berinjela e bacon especialidade da Alê). Ceiamos com o funcionario do albergue, o Cleidison, e o Pen um australiano hospedado que chama a namorada dele de marido pq não sabe falar português... demos muita risada com ele, principalmente quando a Alê tentava explicar pra ele que deus era brasileiro enquanto eu fazia intermediação com meu inglês magnífico...rs
Abrimos uma Cereser e fomos dormir....
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Chegando em Campo Grande (MS)
A viagem foi muito cansativa, 15 horas de viagem. Mal dormi, mas me recuperei um pouco quando vi o rio Paraná pela janela do ônibus... lindo. O único probleminha que deu durante a viagem foi que depois da parada de Presidente Prudente embarcamos no ônibus errado, o motorista teve que voltar pra levar a gente de volta pro nosso ônibus.
Resolvemos economizar com hospedagem, e ficar hoje em Campo Grande o dia inteiro na rua ( sem tomar banho) e dormir no ônibus a noite indo pra Corumbá...
O pior é que aqui tá um calorão, estou me sentindo uma andarilha - só falta as missangas porque meu cabelo já tá parecendo de bicho grilo.
É tudo muito caro por aqui, igual ou pior que Sampa, amanhã estarei em Corumbá e espero estar limpa e descansada quando escrever por aqui novamente..
bjus
Resolvemos economizar com hospedagem, e ficar hoje em Campo Grande o dia inteiro na rua ( sem tomar banho) e dormir no ônibus a noite indo pra Corumbá...
O pior é que aqui tá um calorão, estou me sentindo uma andarilha - só falta as missangas porque meu cabelo já tá parecendo de bicho grilo.
É tudo muito caro por aqui, igual ou pior que Sampa, amanhã estarei em Corumbá e espero estar limpa e descansada quando escrever por aqui novamente..
bjus
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